quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Teoria e ideias sobre a vida no enquadramento espiritual

No princípio, era o nada… ou nada sabemos do que foi, na verdade o princípio. Na realidade pouco sabemos sequer do que somos, quanto mais de onde viemos, ou para onde vamos.
Um efeito inteligente tem de ter uma causa inteligente. Quem o diz é Allan Kardec, embora desconheça se a citação é de facto de sua autoria. É no entanto pouco relevante a origem da frase. Na essência diz-nos que o universo, sendo que está claramente organizado de forma lógica e racional, tem forçosamente de ter uma origem, no mínimo, intencional. Foi pois criado, com um propósito. Qual, é uma pergunta à qual não tenho pretensões de poder vir a responder nem nesta, nem nas próximas encarnações.
Pelo pouco que vi, ou que me lembro do mundo, das tradições religiosas e esotéricas, da ciência, e da humanidade em geral, tenho uma ideia vaga e pessoal, de alguns quês, comos, e porquês da nossa existência. É essa ideia que me proponho agora a partilhar. Friso que é uma ideia, e como tal não tem a pretensão de se opor, ou impor a qualquer outra.
Não posso mais que especular sobre o início do universo, o pouco que sei é do conhecimento geral. Por alguma razão, em alguma altura, este universo, ou o que entendemos como o sendo, foi criado. Foi-o de forma organizada, qual semente que se deita à terra, e desta nasce uma árvore. Assim se deu o impulso criador, e a partir deste, evoluiu o universo até ao pondo onde hoje nos encontramos, continuando a sua viagem, até um destino desconhecido.
A ciência é até hoje, tanto quanto sei, incapaz de explicar a alma ou o espírito. E este é, a meu ver, uma das maiores provas de que fomos criados por algo de uma inteligência indefinivelmente superior.
Tudo do universo se transforma e evolui. É uma constante. Assim sendo, a alma vivente não poderia ser diferente. Há quem diga que a alma começa a sua viagem evolutiva no reino mineral. Outros consideram o seu início nas formas mais básicas de vida. Mas concordamos que começa, de uma forma simples, sem consciência de si própria. Essa consciência vai se ganhando de uma forma muito gradual, ao longo de milhares de anos.
A alma passa muito provavelmente por vários estágios no reino vegetal, antes de entrar no reino animal. Creio que a sua estreia neste último, se dá no meio subaquático. Não é difícil encontrar espécies de peixes que vivem em cardumes, os quais parecem ter vida própria, actuando como um todo. Ora, se cada peixe actuasse por si só, e estivesse munido de livre arbítrio, não seria possível uma tão perfeita coordenação entre todos. Dá ideia que algo os controla, com mestria e perfeição. Um programa, uma espécie de piloto automático, que controla tempo, direcção, velocidade, em cada unidade, fazendo-os agir como um todo. Assim, os peixes estão num grau evolutivo, no qual a consciência individual é de grau reduzido, comparativamente inferior, por exemplo, ao dos mamíferos.
Assim, a alma faz a sua viagem encarnado inúmeras vezes nos mais diversos animais, até que fique pronta para entrar no reino, chamemos-lhe, humanóide.
De notar que até aqui me tenho referido unicamente, àquilo que vivenciamos no planeta Terra. É do meu entender que o mesmo se passará em inúmeros outros planetas, de forma mais ou menos idêntica. A crença espírita diz-nos que há vários mundos, com finalidades e frequências vibratórias distintas. Assim, é de considerar que a alma não faça o seu percurso apenas num planeta, mas que vá interagindo e evoluindo em vários, podendo retornar por várias vezes ao mesmo, em condições diferentes. Por este motivo referi o reino “humanóide”, em vez de humano, por ser entendido que a forma humana existe em mais do que um planeta, sendo que se diferenciará de uns para outros, em pormenores de adaptação que lhe permitam viver neste ou naquele, consoante as condições do mesmo.
Entrando então no reino humanóide, a alma tem um percurso a percorrer, que demorará mais ou menos vidas, consoante os caminhos que tomar. Ela tem uma série de experiências e pontos que tem obrigatoriamente que vivenciar. De quando a quando encontramos alguém que nos diz que está já na sua última encarnação. Que já percorreu todos os caminhos, e vivenciou tudo o que tinha que vivenciar. Embora isso aconteça, acredito com alguma regularidade, devemos sempre desconfiar de quem nos diz semelhante coisa. A falta de humildade com que isto é normalmente dito, denota que o sujeito ainda tem, no mínimo, algum caminho a percorrer.
Como metáfora, poderemos imaginar uma folha quadriculada. Essa folha é como que o mapa de nossa vivência enquanto humanos, de tudo o que fizemos e tudo quanto ainda temos para fazer. Cada intersecção é uma experiência, ou uma lição, que tem de ser vivida e aprendida. Quando a alma encarna a primeira vez num corpo humano, a folha está por preencher. Assim, a alma tem muitas opções, e muitos caminhos para percorrer, qualquer deles potencialmente frutuosos. E digo potencialmente porque, não raras vezes, a alma encalha num ponto, chumbando na lição, qual aluno chumba a uma disciplina na escola. É nesta altura que se gera o muito falado karma.
O karma é como que uma dívida que ficou por saldar, e que o terá de ser numa encarnação futura. Tal como o aluno que chumbou volta no ano seguinte a repetir a disciplina, assim a alma volta a passar por uma situação, por vezes oposta, de forma a aprender a lição. Dizia Jesus “quem com ferro mata, com ferro morre”. Assim é a lei do karma. E se à primeira vista parece cruel, o olho por olho, dente por dente, e até em desacordo com a lição do perdão, ensinada por Jesus, à escala de toda a vivência de uma alma, é apenas uma feliz oportunidade para esta se redimir, e aprender de facto, vivenciando a mesma situação em campos opostos. Aquele que se arrepende merece perdão, e merece uma oportunidade de redenção. Se o arrependimento é genuíno, então ele próprio se prestará de livre vontade a cumprir o seu karma.
Como errar é humano, o karma cria-se com muita facilidade. Já cumpri-lo e anulá-lo é mais difícil, e isto é o que faz com que a alma se demore, de encarnação em encarnação, na condição humana. No fim, quando tudo estiver cumprido, aquele mapa quadriculado tem de estar preenchido, e cada ponto deve ter uma marca de “aprovado”. Até que isso aconteça, o espírito estará preso à faixa vibratória da Terra. Mas a Terra é em si um universo das mais variadas frequências. Assim, aqueles espíritos que se aproximam mais do final do seu percurso, vibram nas esferas celestiais, enquanto os mais profundamente embrenhados na teia do karma, vibram em conformidade, no que uns chamam umbral, outros trevas, e outros ainda inferno.
As mais diferentes crenças religiosas têm muitas vezes um fundo de verdade. Umas partiram do entendimento humano do mundo, e procuraram de alguma forma dar resposta às muitas dúvidas que surgiam, dando muitas vezes largas à imaginação. Outras interagiram, de uma ou outra forma com o mundo espiritual, formando crenças e interpretações, muitas vezes toldadas pela fraca capacidade de entendimento do homem, e pelos seus preconceitos e juízos de valor.
Assim encontramos as mais variadas crenças, como a Hindu, o culto a Krishna, o Islão, o Cristianismo, nas suas variadíssimas formas, como a católica, evangélica, espírita, ou a Umbanda, que é um misto entre esta última, a católica e o africano Candomblé. Dizer que uma é verdadeira em detrimento de outra é um erro. Da mesma forma que no mundo terreno existem os mais diversos povos, cada um com os seus costumes e tradições, também no mundo espiritual existem vários tipos de “povos”. Poder-lhe-emos chamar colónias. O que conhecemos destas pode em maior ou menor grau reflectir a realidade dos mesmos, não pondo isso em causa a veracidade da sua existência.
Certo é que cada alma que encarna na terra tem um caminho mais ou menos programado, condicionado ao livre arbítrio de que é possuidora. As coisas não acontecem por acaso, e assim cada alma encarna no enquadramento que lhe é mais favorável ao seu desenvolvimento, e ao resgate dos seus karmas. Pode-se assim nascer rico ou pobre, com um corpo saudável, ou doente, etc. O que vivemos e somos hoje, é resultado de tudo aquilo que vivenciámos e fomos no passado.
Existem várias teorias para o modo como tudo isto é organizado. Comum a todas é o facto de haver uma programação prévia de cada reencarnação, assim como do acompanhamento, no mundo espiritual, que cada uma irá ter.
Seja sob a forma de Anjos da Guarda, Espíritos Guias, Protectores, ou qualquer outro, todos nós somos acompanhados por um grupo de entidades que nos acompanham e apoiam de alguma forma. Estes seres tentam intuir-nos os caminhos a seguir, falando connosco a toda a hora. A sintonia que com eles temos, ou a falta dela, determinará o quanto nos conseguimos aperceber do que nos dizem. Muitas vezes, pensamentos que pensamos serem nossos, são-nos inspirados por entidades espirituais. Há, entre aqueles que nos acompanham seres de luz, conhecedores do nosso mapa. Outros há que já vivenciaram experiências connosco, nesta ou outra vida. Foram nosso familiares ou amigos que, por se preocuparem connosco, e estando em condições para de o fazer, nos acompanham e ajudam.
Infelizmente, nem tudo são rosas, e assim como somos acompanhados por seres de luz, também o somos muitas vezes por entidades com intenções mais duvidosas. São na sua maioria, seres que vibram nas frequências ditas mais baixas e pesadas. Vulgarmente estão atormentados por algo, e a sua ignorância não lhes permite ver, ou fazer o bem. Necessitam de ajuda, mas a regra é comum, quer no mundo espiritual, quer no mundo físico: não se pode ajudar alguém que não quer ser ajudado. Ou como diz o ditado, não há maior cego que aquele que não quer ver. Assim, apesar de haver no mundo espiritual grupos organizados de seres que se dedicam abnegadamente a ajudar estes espíritos, a sua acção é sempre condicionada pelo livre arbítrio dos mesmos.
Assim, a alma encarnada na Terra, e num corpo humano, tem o seu trajecto condicionado por uma série de situações distintas. Por um lado já fez um caminho evolutivo mais ou menos longo. Terá quiçá, outro tanto para percorrer. Esse caminho condicionou aquilo que vive hoje. O seu programa foi delineado, antes do seu nascimento, possivelmente com o seu concurso. É aquilo a que chamamos de destino, o inevitável. Toda a “máquina” se movimentará para que, apesar do livre arbítrio dos sujeitos, este se cumpra. São por vezes pequenas coisas, que parecem obra do acaso, e que mudam uma vida. Não são obras do acaso, são mesmo o destino a trabalhar para que o programa se cumpra. E neste campo, somos todos instrumentos uns dos outros, e pequenas coisas que dizemos ou fazemos, que não tendo impacto significativo na nossa vida, podê-lo-ão ter na do próximo. Lembro-me muitas vezes de um dia ter feito uma pergunta numa agência de trabalho temporário, acerca de trabalho para um familiar. Feito o circuito que se desencadeou a partir daí, sem essa pequena e casual pergunta, ele hoje não estaria casado com quem está, nem seria pai de que é, e nada na sua vida seria como é. Mas para que esta pergunta fosse feita, foi preciso que um único dia, este meu familiar não tivesse trancado a sua mota com cadeado, tendo esta sido roubada nessa mesma noite. Isto que propiciou a mudança de emprego, visto o veículo ser um ferramenta de trabalho imprescindível. Pequenos e simples gestos, pequenas e simples coisas…
O Destino, ou trajecto, é programado tendo em conta o estado evolutivo do espírito encarnante, assim como as suas necessidades kármicas. Não é no entanto, fatalista ou determinista, visto o espírito deter o livre arbítrio. Conforme o seu caminho passado, e relembrando a metáfora da folha quadriculada, este poderá ter mais ou menos vias possíveis, assim tenha a folha mais ou menos preenchida. Um espírito mais recente tem normalmente mais opções que um espírito mais antigo. O facto de um espírito ser mais antigo, não faz dele uma pessoa melhor, por estar teoricamente mais perto do final da viagem. Do mesmo modo, o primeiro peregrino a chegar ao destino não é melhor que o último, apenas estão em postos diferentes da mesma viagem. A quiromancia, que analisa a vida através da leitura das mãos, detecta estas diferenças através do número e profundidade dos vincos que a mão apresenta. Assim um espírito mais antigo terá por norma, uma mão com traços bem vincados, e poucas ramificações, determinando poucas escolhas, o que torna muitas vezes o percurso mais difícil. Um espírito mais recente terá tendência a apresentar um maior número de ramificações, e traços menos definidos. Apresenta portanto, mais opções de escolha.
Quando as linhas mestras do projecto não são respeitadas, a vida encarrega-se de nos guiar de volta. Fá-lo através da acção dos seres espirituais que nos acompanham, e através de mecanismos pré programados. É por este motivo que há situações que são cíclicas na vida, que há coisas que por muito que se tentem não resultam, que aparecem certas doenças, enfim os recursos são variados, e cada caso é um caso.
Recordo o de um amigo, por exemplo, que se viu apanhado por duas hérnias discais. O trabalho dele era físico, e há uns anos que se mantinha no mesmo. Provavelmente não teria alterado o seu modo de vida, se o problema não se tivesse manifestado, não seguindo o caminho que haveria de seguir. Com este problema, deixou inclusivamente de andar, e foi um período de grande sofrimento. Passados dois anos de baixa, aceitou um desafio, deixou a baixa e arriscou num trabalho muito diferente, apesar de tudo com uma componente física bastante relevante. As dores nas costas acabaram por não ser um problema, e ele seguiu o seu caminho. Está lá no entanto o alerta. Se tentar voltar atrás, o mecanismo é de novo accionado. Já passou por essa experiência. A vida ajuda quando estamos no caminho certo. Complica quando estamos no errado. O que não quer dizer que sempre que esteja complicada estejamos no caminho errado, é antes uma questão de análise constante.
Quando as situações são cíclicas, denotam geralmente um karma que necessita ser resgatado, e a vida vai-nos proporcionando oportunidades para que o façamos. Resolvendo a situação da forma correcta, fica resgatado o karma, e esta deixa geralmente de ocorrer. Quando tentamos inúmeras vezes fazer alguma coisa, e por mais que tentemos algo corre sempre mal, é muitas vezes sinal que estamos a tentar seguir um caminho errado. A vida tenta condicionar-nos para que o percebamos, e alteremos o rumo.
Do mesmo modo que há uma série de mecanismos que nos apoiam e nos procuram impulsionar no sentido de seguirmos o nosso programa, há também, infelizmente o reverso da medalha. Como mencionei atrás, há espíritos ignorantes, encarnados ou não, que toldados pelos maus sentimentos, procuram muitas vezes atravancar o nosso progresso. Fazem trabalhos de toda a espécie, enviam magia negra, espíritos há que se encostam a um encarnado, sugando-lhe as energias, e minando-o com pensamentos negativos e desanimadores. É muito fácil uma pessoa ser influenciada por estes seres, ou ser atingida por um trabalho de magia negra, sem sequer se aperceber. Qualquer pensamento negativo é uma porta aberta para que a negatividade entre. Uma pessoa fica desmotivada, sem alento, demasiadas coisas a correr mal ao mesmo tempo…
Apercebi-me disto há uns anos atrás, com o que aconteceu a uma amiga. Esta minha amiga é médium de incorporação, tendo afinidades com Umbanda. Um médium de incorporação é aquele que recebe entidades espirituais no seu corpo, usando-o estas como se do delas se tratasse. Em Umbanda, as entidades referem-se ao médium como “o seu cavalo”. Este entra em estado de transe, e o seu espírito sai do corpo, ficando ligado ao mesmo pelo cordão de prata, enquanto que a entidade espiritual entra, e aí se manifesta. Os animais são normalmente mais sensíveis que os humanos, e tratando-se de animais domésticos, sofrem muitas vezes quando algum mal é dirigido aos seus donos. Foi o que se passou com esta minha amiga. Ela tinha um cão, e em conversa com um familiar vim a saber que o animal estava muito em baixo, parecendo estar prestes a morrer. Já o haviam levado a um veterinário, não tendo sido encontrada qualquer patologia, ou razão para seu desfalecimento. Ao saber disto fui ter com ela. Em conversa contou-me que ultimamente se sentia muito em baixo, sem vontade para fazer o que quer que fosse. Ela, que no passado fora muito activa no meio Umbanda, agora sentia-se sem forças sequer para tratar da limpeza espiritual da sua própria casa. Mas ainda assim, decidiu-se a fazê-lo, naquele momento. Enquanto defumava a casa, entrou em transe, e assisti pela primeira vez à incorporação de entidades espirituais num médium. Não tenho a certeza se dessa vez desceu um Exu, mas recordo-me com clareza de falar com um Caboclo. Este dava pelo nome de Caboclo das 7 Encruzilhadas. Estes seres costumam entrar em primeiro lugar para limpar as energias envolventes. Saindo o Caboclo, desceu sobre a médium uma outra entidade que se apresentou simplesmente como sendo a Avó. Só mais tarde vim a saber que se tratava de um Preto Velho. O Preto Velho é um espírito tipo, normalmente viveu as últimas encarnações enquanto escravo nas sanzalas brasileiras, morrendo já em idade avançada. São seres de muita luz, muito caridosos e sábios. Foi a Avó quem me informou que, e usando a sua expressão, haviam “pegado no pé” do seu “cavalo”, isto é, da médium. Ficou então explicado o seu desânimo, e também o crítico estado em que se encontrava o seu pequeno cão. A verdade é que estas entidades espirituais fizeram uma limpeza profunda no local, na médium e no próprio cão, e as coisas melhoraram a partir daí. Pergunto-me o que teria acontecido, se os amigos espirituais não tivessem tido a oportunidade de intervir.
Numa situação destas, a ajuda é extremamente necessária. O problema que muita gente encontra no entanto, é separar o trigo do joio. Oferta de ajuda há-o de vários tipos e religiões, uns de cariz mais ou menos comercial, outros de pura caridade. O melhor que cada um pode fazer, é informar-se o mais possível, e pensar e analisar tudo pela própria cabeça. É lógico que se cometam alguns erros, eu cometi-os por diversas vezes, mas recorrendo mais uma vez a Allan Kardec, é preferível recusar dez verdades que aceitar uma mentira.
Em resumo, sabemos que a alma é eterna, a reencarnação um facto, e que o mundo espiritual e o físico não são dois mundos distintos, mas diferentes realidades do mesmo, interagindo entre si de forma constante. O Destino é um programa escrito com uma série de variáveis, devido ao livre arbítrio, não sendo por isso determinista. O karma é talvez aquilo que mais condiciona as nossas reencarnações, proporcionando-nos uma aprendizagem muito vasta, e impulsionando o desenvolvimento pessoal de cada um. O nosso presente é justificado pela nossa história, e dele dependerá em grande parte o nosso futuro.
Muito há ainda para, e sobre que escrever. Fica a ideia, um geral daquilo que tenho aprendido e observado nos últimos anos, sujeito a discussão, sugestões e críticas, que agradeço.